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A Relação das Mitologias Antigas com os Fantásticos Contos de Harry Potter

CC BY-SA 3.0 vedi termini - File:Artgate Fondazione Cariplo - (Scuola veneziana - XVIII), Lo studio dell'alchimista.

Mitos, folclores e lendas fornecem inspiração na criação de uma vasta gama de criaturas e elementos fantásticos que preenchem as páginas e o fascinante mundo mágico dos filmes de Harry Potter. Sem sombra de dúvidas seus scripts nos mostram que realmente as mitologias antigas estão presentes em nosso tempo através dessas mídias, mesmo com suas adaptações.

Algumas das criaturas mais famosas do mito clássico que aparecem nas histórias incluem: unicórnios, sereias, dragões, esfinges, fantasmas, elfos, bruxas, bruxos e gigantes,  afinal, este é um mundo mágico. Mas também existem alguns seres  menos conhecidos que aparecem, e outros que desempenham um papel não menos importante, e que vale a pena notar como foram  adaptados de contos antigos para o mundo moderno do cinema. A Biblioteca de Chicago Apela ao Público para Ajudar a Transcrever Manuscritos, Túmulos Megalíticos de 4.000 anos de idade na Espanha comparando-os com as Woodland Wilas Veelas de Harry Potter. 

Esses podem ser um dos seres menos comuns que aparecem na história, pelo menos para os leitores ocidentais. Mas estas belas e femininas criaturas , por vezes perigosas, são predominantes no folclore eslavo. Chamadas de Willa, Villa ou  Villi, e são freqüentemente descritas como espíritos de cabelos louros presos entre o mundo dos vivos e os mortos. Dizem que elas são semelhantes às fadas ou ninfas das florestas, no entanto, as histórias geralmente dizem que elas não nasceram de seres mágicos, mas se tornaram assim porque morreram não batizadas ou solteiras.

Como na adaptação de Harry Potter, onde elas aparecem para apoiar a equipe Búlgara em" O Cálice de Fogo", esses seres femininos podem parecer encantadores à primeira vista, mas logo mudam sua forma drasticamente para revelar sua verdadeira natureza malévola, muito mais assustadora se estiverem com raiva. As Willas mitológicas poderiam matar se estivessem enfurecidas.

Nagin Precioso de Voldemort / Nagas Sagrados Hindus e Budistas

Nas histórias de Harry Potter, Nagini é a cobra de estimação de Voldemort e uma Horcrux viva. Acompanha o vilão quase  constantemente até que ele recupere seu corpo no Cálice de Fogo. Na realidade, tanto o budismo quanto o hinduísmo têm serpentes semi-divinas que são grandes cobras ou metade humanas e metade cobras. Essas criaturas são chamadas de Naga na forma masculina ou Nagi na forma feminina.

No antigo simbolismo, uma cobra está frequentemente ligada à morte e ao renascimento por causa da perda de sua pele. As lendas antigas dizem que os Nagas têm poderes mágicos e vivem em uma cidade subterrânea. Há também uma história popular de um Naga usando suas múltiplas cabeças para proteger Buda de uma tempestade.

Fawkes a Fênix é a Cópia do Pássaro Sagrado Egípcio do Sol 

No mundo fictício de Harry Potter, Fawkes é a fênix inteligente e leal que  acompanhava o famoso mago Dumbledor e às vezes ajudava Harry. O nome do pássaro é uma referência ao conspirador da trama da pólvora Guy Fawkes, um homem cuja efígie é queimada em um ritual a cada ano com enormes fogueiras. No filme, Fawkes deu as penas de sua cauda para o criador de varinhas mágicas, o Sr. Olivaras, para criar mais duas varinhas para Voldemort e Harry.

A coloração vermelha e dourada de Fawkes coincide com uma história que Heródoto menciona no século V a.C. Ele conta a história que uma vez lhe foi dito que havia uma fênix real no Egito. Heródoto admite que nunca viu o magnífico pássaro, mas que apenas viu sua imagem. O  historiador romano Tácito também deixou registros de uma fênix vivendo no Egito no século I dC. 
Sua anotação sobre a ave mitológica afirma que a criatura supostamente viveu por cerca de 500 anos e que era uma ave sagrada do sol. A Fawkes de Harry Potter se difere da criatura mitológica original ao renascer de suas cinzas a cada poucas semanas. 

Nenhum dos historiadores antigos registrou se uma fênix nasce das chamas, embora haja referência a uma jovem fênix que enterrava sua mãe. 

Como o Cachorro do Inferno se Tornou Amável? 

Este é mais um dos mistérios de Harry Potter. Em Hogwarts Fluffy", a besta de três cabeças que Dumbledore guardava no alçapão (que dava acesso a Pedra Filosofal) em Hogwarts,  aparentemente foi comprada de um "Grego " que Hagrid conheceu em uma taberna. O filme atribui o antigo dono do animal como sendo um irlandês, mas a versão original do livro fornece um informação mais clara das origens deste personagem chamado Cerberus.

Cerberus foi designado como Fluffy, para guardar uma entrada. Neste caso, o mito tinha a monstruosa criatura de três  cabeças que guardava o submundo por ordem de Hades. A maioria das fontes antigas concordam com esse número de cabeças,  embora algumas, como Hesiod, afirmarem ter até 50. O número três aparentemente representava o passado, presente e futuro,  ou nascimento, juventude e velhice.

Diga a Palavra Mágica - As Origens do Abracadabra entre Outras 

palavras Mágicas, Animais Fantásticos e os lugares que Habitam. Uma  História de Monstros, Lobisomens, Hipogrifos, 
e um cão monstruoso com múltiplas cabeças, parece que não foi assustador o suficiente para os cineastas, que preferiram aderir a algumas modificaões na aparência de Cerberus, que incluíram na besta mítica: uma cauda de serpente, juba e garras de um leão. Tinha uma mordida venenosa e dentes afiados. Tanto Cerberus quanto Fluffy foram mostrados tendo uma fraqueza pela música. No mito grego, Orfeu usou sua lira para acalmar a fera e Hogwarts que foi mandado para a terra dos sonhos por uma harpa mágica com a melodia de uma flauta.

O centauro Firenze/Chiron

O Centauro Firenze e seus companheiros na Floresta Proibida são outro elo direto entre as histórias de Harry Potter e os seres míticos da Grécia antiga. Tanto os centauros das adaptações antigas quanto os das modernas são mostrados como híbridos metade cavalos, metade humanos, que preferem viver nas florestas. Eles combinam alguns elementos do homem e da fera. 

Nos romances, os centauros geralmente são representados como nobres e têm um forte interesse em astrologia e arco e flecha. Eles também têm alguns dos traços de seus antepassados ​​da região de Magnésia e do Monte Pelion, na Tessália, quando apresentavam aspectos mais selvagens e bárbaros em toda a sua personalidade. Firenze, que eventualmente assume um cargo de professor em Hogwarts, tem sido comparado ao centauro do mito grego, Quíron, professor de Aquiles, Teseu e outros heróis gregos.

Batalhar com um basilisco nunca foi tarefa fácil nem para um herói moderno ou antigo 

Com certeza você não gostaria de conhecer um basilisco, um ser que habitava a câmara secreta ou a serpente-rei dos mitos clássicos. Ambas foram geralmente descritas como cobras venenosas gigantes e mortais, embora a versão de Plínio em "Naturalis Historia" fosse mortal, mas não exatamente grande.

Continuando com a versão da cobra mitológica que é maior, o monstro teria a habilidade de quebrar pedras e criar desertos com sua respiração, incendiar arbustos e matar suas vítimas com com apenas um olhar. Plínio alegou que seu veneno poderia até mesmo penetrar a pele mais dura de um animal na terra. Sorte de Harry Potter, a versão de Rowling do Basilisco de Salazar Slytherin não ter o mesmo tipo de veneno, ele a matou com a Espada de Godric Gryffindor.

Em outra variação do mito visto em Hogwarts, Hermione e Colin terminaram como pacientes petrificados ao olhar o basilisco indiretamente nos olhos. A Murta Que Geme foi uma vítima do basilisco, porque fitou seu olhar diretamente. Tanto o antigo basilisco quanto a adaptação moderna foram declarados como tendo uma fraqueza - um corvo de crista. 

Contos  clássicos do basilisco também nomeiam doninhas como meios para matar a besta. Se você conseguisse prendê-lo na toca de uma  doninha ou jogar uma doninha em sua toca, ele poderia ser derrotado. Um basilisco também poderia ser morto ao olhar seu próprio reflexo no espelho.

Misturando Mito e Magia

Não é surpresa que J.K. Rowling se inspirou em mitos e lendas antigos. Eles são clássicos por uma razão, histórias desse tipo  foram passadas devido em grande parte ao seu apelo atemporal. 


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