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Os Reis Gigantes do Egito Antediluviano

 Het-Heru Temple - Temple of Hathor, Dendera - Foto: Almed Yousry Mahfouz

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O passado do antigo Egito é repleto de provas de que gigantes fizeram parte desta civilização. Essas provas foram  descobertas já a muito tempo em escavações arqueológicas, ou por acaso, mas também são claramente retratadas na arte, e múmias que foram totalmente ocultadas do público. Os cálculos variam de 2,13 a 4,88 metros de altura. Pesquisas meticulosas de registros arqueológicos, textos arcaicos, jornais, análises de representações de hieróglifos e arte egípcia, começaram a lançar luz sobre estas incríveis descobertas.


Toda a área do Oriente Médio é repleta de lendas sobre gigantes, confirmadas com referências Bíblicas - que incluem Moisés fugindo do Egito e sendo atacado pelos poderosos cananeus (hoje Israel e Líbano). Relatos de jornais confirmam a realidade dessas tribos, esqueletos e ossos de enormes proporções foram desenterrados nesta área, descritas na Bíblia e também em outras partes da África e do Oriente Médio.

Contos de gigantes

Um novo estudo sugere que o Faraó Sa-Nakht pode ter sido um gigante. As descobertas reveladoras de "esqueletos gigantes" relatadas na América e em outras partes do mundo, revelaram um legado perdido de uma raça de colossos, que agora estão lentamente começando a ser incluídos no registro histórico e arqueológico. O Egito não é uma exceção. Daí podemos entender o porque desta antiga civilização ter conseguido erguer as grandes pirâmides, enigma até hoje sem resposta para a ciência moderna.



“Um antigo conto popular diz que no ano de 820 dC., nos dias da glória de Bagdá, o sultão e descendente do grande Harune Arraxide (em árabe "El-Rashid") das Mil e Uma Noites, decidiu abrir a Grande Pirâmide. Disseram-lhe que fora construída por gigantes, que eram chamados de Sheddai, que tinham força sobre-humana, e que dentro da pirâmide haviam armazenado um grande tesouro além da imaginação. Curiosamente os registros históricos de fato mencionam que em 832 d.C. Al-Ma'mun viajou para o Egito e foi o primeiro "explorador a escavar" a Grande Pirâmide, na época em que ela era totalmente envolta em blocos brancos de calcário. Quem seriam esses tais Sheddais? Com certeza esse é outro mistério, mas pode estar se referindo a outro nome do Shemsu Hor, ou "Seguidores de Horus". Também poderia se referir a Shaddad bin 'Ad, que se acredita ser o rei da cidade árabe perdida de Aram, cujo relato é mencionado no Alcorão. Ele é as vezes referido como um gigante.

Os Gigantes podem ter construído a Grande Pirâmide

A elite governante da Khemit pré-histórica sempre foi vista como super-humanos, alguns com crânios alongados, outros considerados seres semi-espirituais, e alguns descritos como gigantes. Uma lenda antiga diz que a Pirâmide de Gizé foi construída por uma raça de gigantes. Esta informação foi compartilhada por Manly P. Hall colhida de uma palestra secreta de ocultistas maçons (gravada nos anos 80). inclusive o especialista em gigantes Kristan T. Harris chegou a publicar até um vídeo no Youtube. Foi originalmente parte de uma palestra intitulada "Atlantis and the Gods of Antiquity." (Caso desejem pesquisar).

Os gigantes antediluvianos no Egito

O Akhbar al-zaman, também conhecido como "O Livro das Maravilhas" (ca.900 - 1100 dC.), é uma compilação árabe de tradições medievais sobre o Egito e o mundo antes do Grande Dilúvio. Elas alegam que os povos antediluvianos eram todos gigantes. Sendo assim Shaddad era provavelmente um deles. Eles afirmam que Shaddad “construiu os monumentos de Dahshur com as pedras que haviam sido esculpidas no tempo de seu pai”. Antes disso, um gigante por nome Harjit, tinha começado a sua construção. 


Em uma data posterior, Qofarim, outro gigante, “colocou segredos nas pirâmides de Dahshur e em outras pirâmides, para imitar o que havia sido feito em tempos mais antigos. Ele fundou a cidade de Dendera. ”Dashur consiste da Pirâmide Vermelha e da Pirâmide Torta, construídas durante o reinado do Faraó Sneferu (2613–2589 aC). Dendera é formada por pilares altamente decorados dedicados a deusa Hathor.

O texto continua dizendo que Naqraus, o primeiro rei do Egito (após o dilúvio), com seus companheiros, “construiu monumentos, erigiu altas torres e executou obras maravilhosas”, enquanto a cidade de Memphis foi obra de um grupo posterior de gigantes, que trabalhavam para o rei Misraim, que também era outro gigante. Ainda mais tarde, descreve o trabalho desses colossos: 

“Adim era um gigante, com força intransponível, e o maior dos homens. Ele ordenou a extração de pedras e seu transporte para construir pirâmides, como havia sido feito antigamente. "

Então, o que fazemos com essas histórias? Parece que a arqueologia atual e a história não conseguem assimilar nem tão puco explicar tais argumentos e os tem como pura ficção. Aí eu (kadumago) lhes pergunto: E o fatos, os registros, as provas arqueológicas, muitas na maior arte das vezes ocultas, são ficção também? São miragem de nossos olhos? Daí a importância de se reconhecer todas as tradições antigas, para que não venhamos a cair no engodo dos historiadores e arqueólogos tradicionais que se detém em suas pré-posições medíocres e acadêmicas.

Os "seguidores dos gigantes de Horus"

Os seguidores de Horus, que dizem ter criado o monte primordial em Gizé, muito antes dos faraós construírem as primeiras pirâmides, às vezes são registrados como gigantes. As primeiras escavações arqueológicas no Egito apontam para essa realidade:

“No final do IV milênio aC., os discípulos de Horus aparecem como a aristocracia dominante que governou todo o Egito. A teoria da existência desta raça é apoiada pela descoberta nos túmulos pré-dinásticos, na parte norte do Alto Egito, dos restos anatômicos de indivíduos com crânios e construções maiores do que as da população nativa normal. Com tantos vestígios não da para excluir tais alegações."

O professor Walter B. Emery (1903-1971) foi o egiptólogo que escavou Saqqara nos anos 1930 e descobriu que a Pré-dinastia 
permanece e é claramente visível lá. Estes tinham crânios alongados, maiores do que os da etnia local, cabelos louros e 
uma constituição mais alta e mais pesada. Emery anunciou: 

"Esses crânios não eram nativos do Egito, mas haviam desempenhado um importante papel sacerdotal e governamental no país." 

Este grupo manteve distância das pessoas comuns, misturando-se apenas com as classes aristocráticas. Isso foi feito propositalmente para que eles fizessem parte do Shemsu Hor, ou os "discípulos  seguidores de HorusO autor Freddy Silva também descobriu uma descrição tentadora desses "deuses gigantes" nos Textos do monumento Edfu que diz:

"O conselho aos iniciados no templo de Edfu oferece um vislumbre de como os deuses construtores podem ter sido, uma vez que os iniciados foram instruídos a“ se levantar com os Ahau." 

O mesmo que "deuses que se levantam", significando que mediam 9 côvados de alturaIsso é aproximadamente 4,6 metros. Aqui entendemos o porque dos antigos Egípcios chamarem seus faraós de "deuses". A linhagem real tinha se misturado com a dos gigantes, e os diferenciava das pessoas comuns em força e aparência. Mais tarde os que não mais tinham essas características físicas, ainda possuíam o status e a referência da raça que fora destruída no grande dilúvio. Assim os milênios que se seguiram a tradição egípcia ainda continuou a intitular seus faraós de "deuses", mas nas sombras dos reis gigantes que não mais existiam.

Artefatos Gigantes do Primeiro Faraó

O primeiro faraó do Egito (c.3150 aC) foi chamado Menes (ou Narmer), ele é mais conhecido como "O Rei Escorpião". Não há 
registro de sua estatura, mas ele é descrito como sendo muito alto na famosa Paleta de Narmer (c.3100 aC.) e durante seu reinado artefatos gigantescos foram criados e agora estão preservados em um museu em Oxford, Inglaterra.


Paleta de Narmer Domínio público

No museu Ashmolean há misteriosas esferas esculpidas em pedra. Há também um artefato gigante da primeira dinastia e uma 
estátua de um faraó também gigante da segunda dinastia, que acredita-se ter tido mais de 2,44 metros de altura. Pequeno se comparado aos mais antigos. Na vitrine central há um objeto estranho que não parece ser egípcio. Tem a forma de um Bumerangue australiano, concordando com Hugh Newmanoutra conexão intrigante! Austrália-Egito, esta (Austrália) que já é conhecida por muitos vestígios de gigantes como as famosas pegadas gravadas em rochas, tudo isso se encaixa como um quebra cabeças. O quadro de informações do objeto o descreve como um “bastão de arremesso”. 
Isso pode indicar o contato anterior entre essas culturas.


 Grande faca de sílex exposta no Museu Ashmolean - Foto: Hugh Newman

Há também facas esculpidas em pedra, e uma se destaca por sua enorme dimensão, é pelo menos dez vezes maior do que as outras 
comuns. Logicamente foi a faca de um antigo gigante, mas na placa de informação diz: "provavelmente cerimonial."

Obviamente que esta é a explicação padrão do museu, já que é a única maneira de explicar sua solidez. Este artefato foi descoberto 
em Hieracômpolis, sob as fundações de um templo posterior da primeira dinastia. Foi propositalmente tão bem enterrado que por pouco não foi encontrado. É um objeto totalmente desconhecido, e pode ter sido usado em cerimonias para honrar os deuses, que eram possivelmente gigantes.

Na vitrine oposta, há algumas cabeças superdimensionadas que já estiveram em posse do lendário "Rei Escorpião" Mais uma vez, eles "são descritos como sendo cerimoniais"pelas placas de informação, mas o que tudo indica é que na verdade eles podem ter sido usados pelos reis gigantes, já que seu tamanho é visivelmente compatível com a dimensão que teriam as cabeças desses. 

Finalizando temos os sarcófagos incrivelmente grandes, projetados para receberem os corpos de seus reis gigantes antediluvianos. Esses sarcófagos de incríveis dimensões também revelaram esqueletos gigantes. Você sabia de tudo isso? É claro que não, essa parte da história é proibida!


Um Pequeno Exemplo da Verdade Sutilmente Mostrada

Eis um pequeno exemplo de diretores que sutilmente colocaram estes atributos nos personagens de suas criações cinematográficas. O filme "deuses do Egito" mostrado acima, é um exemplo disso. Esses diretores não tiveram essas inspirações sozinhos, existem historiadores que dão suporte a indústria cinematográfica para que ela possa construir seu enredo perfeitamente. Na verdade esse é um dos segmentos onde a profissão de historiador pode atuar.

by: kadumago

Fontes e referências:
www.wikipedia.org/
Hugh Newman
www.livescience.com/60044-ancient-egyptian-pharaoh-first-human-giant.html
Professor Walter B. Emery, Archaic Egypt: 
Culture and Civilization in Egypt Five Thousand Years Ago .
https://forbiddenarchaeology.blogspot.co.uk/2012/12/maltas-large-skulls.html
www.invisibletemple.com/origin-of-sacred-sites.html
Robert Temple, Egyptian Dawn, 2010, pp.194-195
Ibid p.197
https://en.wikipedia.org/wiki/Khasekhemwy
W.M. Flinders Petrie, A History of Egypt, Volume l, From the Earliest Kings to the XVth Dynasty , 10 th edn.
https://en.wikipedia.org/wiki/Manetho
Das Geheimnis des Gruselfingers aus Ägypten [The Mystery of the Creepy Giant Mummified Finger],” Bild.de, March 9, 2012, www.bild.de/news/mystery-themen/mystery/in-aegypten-gefunden-23053704.bild.html.
ibid
www.livescience.com/49147-egyptian-cemetery-million-mummies.html
ibid
http://archive.sltrib.com/article.php?id=2035510&itype=CMSID)
https://www.livescience.com/60044-ancient-egyptian-pharaoh-first-human-giant.html
http://www.ancient-origins.net/news-history-archaeology/ancient-egyptian-pharaoh-sa-nakht-may-have-been-giant-new-study-suggests-021550


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