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O Manuscrito 512 e a Cidade Perdida de Muribeca


O documento mais importante que fala sobre as minas de Muribeca apareceu em 1839 no periódico auge do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o IHGB. Se chama: Manuscrito 512. Trata-se do relato da viagem do aventureiro Francisco Raposo, efetuada em 1753. Este misterioso manuscrito contém lá pelo meio de sua rica descrição da cidade perdida, desenhos dos símbolos que foram encontrados pelos bandeirantes gravados em pedra. Em parte são esses símbolos que reforçaram positivamente para que o manuscrito fosse levado à sério, pois especialistas encontraram correlações com letras usadas na antiguidade por civilizações mesopotâmicas.



Uma incrível história onde nos é dito que os aventureiros exploraram a cidade perdida no dia seguinte. Entraram maravilhados no que seria uma grande cidade de pedra com muros ciclópicos, parecida com as cidades Astecas. Na parte central da enigmática cidade havia uma praça com um monólito negro muito alto e que em cuja o topo estava a estátua de um homem que indicava a direção norte.

Há também a descrição de diversos ambientes observados pelos bandeirantes, admirados e confusos com seu achado, todos relatados com associações do narrador, tais como: a praça na qual se erguia uma coluna negra e sobre ela uma estátua que apontava o norte, o pórtico da rua que era encimado por uma figura despida da cintura para cima e trazia na cabeça uma coroa de louros, os edifícios imensos que margeavam a praça e traziam em relevo, figuras de alguma espécie de curvas e cruzes. Ao que tudo indica, A arquitetura descrita evoca a maneira de construir dos romanos, como o triple arco, o detalhe da estátua de um homem que com o braço esticado indicava o Polo Norte, lembrando algumas estátuas romanas, como aquela de Octaviano Augusto que está nos Museus do Vaticano em Roma.

A cidade perdida de Muribeca

A lenda das minas de Muribeca remonta ao século XVI, quando o português Diego Álvares foi o único sobrevivente de um naufrágio próximo a costa do Brasileira. Ao que ao que tudo indica, Francisco Raposo buscava as lendárias minas de ouro e prata de Muribeca, cuja localização física nunca foi conhecida. Muribeca poderia ser uma lenda ou uma cidade que realmente existiu a milhares de anos, portanto neste contexto a busca por minas desconhecidas e cidades perdidas como o Eldorado, Paititi, Z e tantas outras, viria ainda se estender por mais de dois seculos.





Percy Fawcett e o ídolo de Basalto

Segundo afirmava o falecido pesquisador inglês Howard Barraclough Fell, foi precisamente O’Sullivan Beare quem introduziu ao mundo o famoso ídolo de basalto, encontrado por ele nas proximidades das ruínas da cidade perdida da Bahia em 1913. Posteriormente, o ídolo teria chegado às mãos do escritor Sir Henry Rider Haggard, que apresentou a estatueta ao seu amigo Percy Fawcett.Na realidade, Fawcett estava interessado principalmente na zona de Mato Grosso por vários motivos. Primeiro de tudo é que, em suas viagens anteriores escutou várias lendas indígenas que descreviam cavernas, antigas cidades, fortalezas e ruas pavimentadas. Fawcett estudou o ídolo de basalto e começou a acreditar que ele poderia ser uma peça vinda de Atlântida. O resultado da expedição de c, em companhia seu filho Jack e seu amigo Raleigh Rimmel, é bem conhecido: os três aventureiros desapareceram provavelmente perto do Rio Culuene, afluente do Xingu, enquanto se dirigiam à misteriosa Serra do Roncador.

Por: Kadumako História e Arqueologia




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